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Alta Floresta: Vítimas de acidentes envolvendo motos aumenta demanda do HM


Imagem: ilustrada
A moto é o veículo que mais mata no Brasil. Das 37,3 mil mortes que ocorreram no trânsito no país em 2016, as motocicletas foram responsáveis por 12,1 mil, o que representa 32%, de acordo com as informações mais recentes do observatório Nacional de segurança Viária.
Estes dados estão relacionados a quantidade de acidentes com vítimas registrados em Alta Floresta D’Oeste. Somente no mês de janeiro deste ano, 47 pessoas deram entrada no Hospital Municipal vítimas de algum acidente envolvendo motocicletas. Isto representa 14,63% a mais que no mesmo período de 2018.
Já em dezembro, foram 57 vítimas. O aumento se deve ao período de festas.Estatísticas apontam que 400 mil pessoas vítimas dos acidentes de trânsitos registrados no país durante o ano, ficam algum tipo de sequela.
O custo dessa epidemia ao país é de R$ 56 bilhões. Com esse dinheiro seria possível construir 28 mil escolas ou 1800 hospitais. Neuza Rover, diretora do Hospital Municipal Vanessa e Vânia Fuzari, de Alta Floresta, fala das mudanças causadas pelos acidentes para a saúde pública. “A espera por atendimentos no hospital aumenta com os registros de acidentes”, disse.
A situação dos Acidentes com vítimas agrava ainda mais os atendimentos do Hospital Municipal de alta Floresta, pelo fato da unidade não contar com médicos na escala de viagem.
Os médicos que acompanham as vítimas que são transferidas para outros municípios fazem parte do quadro de plantão. O Hospital atua com dois médicos plantonistas por dia.
Além do médico, uma enfermeira e um técnico em enfermagem acompanham os pacientes nos deslocamentos. Para amenizar a situação, a Ciretran de Alta Floresta realiza o projeto Educação e Fiscalização de Trânsito.
Os trabalhos atendem as áreas urbana e rural. Na área rural, 19 escolas fazem parte das ações. Um total de 13 aldeias, e ainda os distritos, incluindo Rolim de Moura do Guaporé, foram atendidos em 2018.
Os servidores da Ciretran alcançaram 12.438 pessoas diretamente com as ações, superando a meta que era de 6.950.
Outra forma de diminuir os acidentes é a ação Mini Multa.
As atividades formaram 180 mini agentes de trânsito em 2018. Todos alunos da Escola Eurídice Lopes Pedroso.
O objetivo é formar 300 mini agentes em 2019, quando a ação passará a atender alunos da Escola Tancredo de Almeida Neves.
FONTE: Florestanotícias.com
Reportagem: Leandro Pereira

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